Bibliotecas no mundo cinematográfico

Bom dia! E mais um ano se passa, e começa outro! ‘Bora trabalhar!
O blog que vou indicar hoje eu já vi faz um tempinho, mas ainda não tinha arranjado tempo para mostrar aqui.
Porém, o ano está se iniciando e posso arranjar um tempinho para umas postagens né? xD

O Notorious Bib é um blog dedicado aos filmes em que bibliotecários e bibliotecas se fazem presentes na trama. Seu autor, misterpamp, faz uma resenha do filme e indica quais cenas que a biblioteca ou o bibliotecário aparece. O único porém é que o blog é francês, mas nada como um Google Tradutor se você não é um francófono xD

Você pode ler mais sobre o tema Bibliotecas e Cinema:

SILVA, Jonathan Raphael Bertassi da; ROMÃO, Lucília Maria Sousa. Arquivo em (dis)curso: o sujeito-arquivista discursivizado em Brazil, o filme. DataGramaZero, Rio de Janeiro, v. 12, n. 1, fev. 2011. Disponível em: <http://www.dgz.org.br/fev11/Art_03.htm>. Acesso em: 19 fev. 2011.

CRIPPA, Giulia. Ordem e desordem nos labirintos da ficção: os bibliotecários e suas representações em alguns produtos culturais contemporâneos.  TransInformação, v. 21, n. 2, p. 7-22, 2009. Disponível em: < http://revistas.puc-campinas.edu.br/transinfo/include/getdoc.php?id=686&article=287&mode=pdf&OJSSID=b3345b37638ab9035d5cc880248c2fe9 > Acesso em: 10 out., 2009.

E tem mais dois trabalhos em francês:

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Ebooks

Sumi por aqui né? Trabalho + Mestrado dá nisso.. hehe

Recebi no meu leitor de feeds essa notícia bem interessante: um livro sem páginas.
A Papercut e a UsTwo, companhias sueca e inglesa respectivamente, se uniram para repensar no design dos livros digitais. A grande “vantagem” de se ter um livro digital é que ele não possui páginas, então por que os livros digitais tentam imitar os livros de papel, em sua estrutura linear e pouco interativa? Pensando nisso, estas duas companhias queriam desenvolver um conceito de ebook que se libertasse da ideia de páginas. O resultado disso, foi a criação de uma plataforma de edição destinada a produzir ebooks que permitissem ricas experiências por parte de seus leitores.

O texto não está mais apresentado como se fossem páginas em um livro, mas desliza verticalmente pela tela e desencadeia eventos relacionados com o conteúdo. O sistema pode exibir imagens, vídeo, texto, som ou animações. As duas empresas estão esperando para ver como seu novo conceito de livros digitais enriquecidos serão recebidos pelos leitores para decidir se irão comercializar ou não a plataforma de edição.

Eu sou muito conservadora em relação aos livros, mas achei a ideia bem interessante.

Li a notícia aqui: http://www.enssib.fr/breves/2011/09/19/un-livre-sans-pages

Conectando histórias

O Connected Histories é um site que oferece aos pesquisadores em História um acesso único a um conjunto de recursos digitais que vão do século XIV ao século XIX. Imprensa britânica do século XIX, arquivos judiciais, arquivos parlamentares, entre outras fontes podem ser acessadas de forma gratuita ou por assinatura. Este site é fruto do trabalho de três universidades inglesas: a Universidade de Hertfordshire, a Universidade de Londres e da Universidade de Sheffield, que se uniram em um objetivo em comum e indexaram seus recursos através de ferramentas de análise semântica que permitem aos usuários obter em uma única pesquisa todas as informações sobre local, data ou uma figura histórica.

Fonte: Connected Histories : une nouvelle porte d’entrée sur les fonds numérisés des archives britanniques

O Google responde tudo?

As bibliotecas da Universidade de Quebec inovaram o seu programa de desenvolvimento de competências informacionais ao propor aos seus usuários uma série de três animações curtas e originais sobre a avaliação da informação que se encontra na internet: “Google a réponse à tout?”, “Si c’est écrit c’est vrai?” e “Wikipédia, pourquoi?”.

A primeira animação, “Google a réponse à tout?”, trata de um dos principais motores de busca utilizados na Web pelos estudantes e nos faz pensar na pergunta: o Google responde a tudo? De fato, o Google tem por missão organizar todos os documentos que se encontram na Web, no entanto ele não seleciona, não avalia a qualidade das informações contidas em tais documentos. Qual seria a melhor solução para aquele estudante que precisa fazer um trabalho de faculdade, com informações de qualidade? A biblioteca, é claro! E é isso que o vídeo mostra xD

O segundo vídeo, “Si c’est écrit, c’est vrai?”, indica aos usuários a importância da avaliação de qualidade das informações encontradas na Web e se estas são relevantes para o trabalho científico. Assim, os estudantes são convidados a responderem quatro questões básicas afim de avaliar os resultados obtidos e propiciar a escolha dos documentos relevantes para sua pesquisa.

E o último vídeo, “Wikipédia porquoui?”, apresenta a Wikipédia, e indica quando e como utilizar esta ferramenta para os trabalhos acadêmicos.

Os vídeos são muito bem feitos e bem marketeiros! Infelizmente, só encontrei os vídeos com áudio em francês. Mesmo assim, vale a pena conferir!!

Fonte: Université du Quebéc, Actualité du monde de l’information et des bibliothèques

Pôsters “Read” da ALA

Estava esses dias lendo no meu GoogleReader, uma notícia sobre um estudo sobre leitura, realizada pelo site SciencesHumaines.com.

E associada a esse post, havia algumas imagens dos pôsters (ou posteres?) que a ALA (American Library Association) vende em seu ALA Store, como uma peça de decoração para a sua biblioteca. Achei demais!
Na loja da associação americana você pode encontrar os tais pôsters de celebridades com livros, marcadores, entre outros produtos.

O que eu achei bacana nessa ideia: decoração da biblioteca.
As nossas bibliotecas daqui são bem fraquinhas no quesito decoração, estética, apelo atrativo… Por que não começar com alguns pôsters e depois ir planejando um design mais atraente? xD

Poderia ter pôsters de celebridades nacionais, por aqui né? hauhauhauahua

Todos esses produtos, você pode conferir aqui: http://www.alastore.ala.org/

Dr. House e bibliotecários médicos

Dr. House

Comecei a assistir Dr. House faz pouco tempo. Nunca achei que fosse me tanto interessar pela série, mas acabei gostando!
Ontem, em especial, passou um episódio que me fez pensar em como um bibliotecário pode atuar dentro de hospitais, e mais um exemplo de que bibliotecário não trabalha apenas na biblioteca.
A-ha!
Bom, o episódio em questão foi o número 19, da primeira temporada: Crianças (ou no original: Kids), em que

“Durante uma epidemia de meningite que se espalha por toda a clínica, House se concentra em um único paciente: uma menina de 12 anos, cujos sintomas não se parecem com os de nenhum outro doente.”

Fonte: http://uc.globo.com/house/Episodios/Kids.shtml

Neste episódio, House manda Chase pesquisar todas as doenças que tenham como sintoma dores no pescoço. Missão impossível! Mas o pobre e incrédulo Chase começa a pesquisa, de A a Z.
E então, descubro que o hospital em que eles trabalham não possui biblioteca, ou bibliotecário que auxilie neste tipo de trabalho. Ou simplesmente o House ignora que exista algum centro de documentação ou biblioteca no hospital.

Mas não apenas isto, em todos os episódios que assisti até agora (e confesso que foram poucos) observei que a equipe médica de House começa a tratar os pacientes e listam todos os sintomas que apresentam e as reações que acontece com a administração dos remédios. A partir das evidências colhidas, a equipe tenta descobrir qual é a terrível doença incomum que o sujeito tem.
E é aí que o bibliotecário poderia auxiliar na busca e recuperação de informações.
Afinal, é isso que o bibliotecário tem que fazer de melhor: encontrar a informação certa para o usuário certo.

Não sei se estou viajando, mas acredito que não. Talvez esteja sendo superficial… mas não entendo muito da área médica hehe
Agora tenho mais um exemplo de local em que o bibliotecário pode atuar, sem contar as tradicionais bibliotecas, centros de documentação e etc.
Aqui na faculdade não temos nada específico para a área médica dentro da Biblioteconomia, infelizmente.
Mas, para quem quiser ler mais sobre o assunto, recomendo os seguintes artigos:

AZEVEDO, Alexander Willian; BERAQUET, Vera Silvia Marão. Formação e competência informacional do bibliotecário médico brasileiro. Revista Digital de Biblioteconomia e Ciência da Informação, Campinas, v. 7, n. 2, p. 199-218, jan./jun. 2010. Disponível em: <http://www.sbu.unicamp.br/seer/ojs/index.php/sbu_rci/article/view/448>. Acesso em: 03 nov. 2010.

SILVA, Fabiano Couto Corrêa da. A atuação do bibliotecário médico e sua interação com os profissionais da saúde para busca e seleção de informação especializada. Revista Digital de Biblioteconomia e Ciência da Informação, Campinas, v. 3, n. 1, p. 131-151, jul./dez. 2005. Disponível em: <http://www.sbu.unicamp.br/seer/ojs/index.php/sbu_rci/article/view/326>. Acesso em: 03 nov. 2010.

CIOL, Renata; BERAQUET, Vera Silvia Marão. Evidência e informação: desafios da Medicina para a próxima década. Perspectivas em Ciência da Informação, Belo Horizonte, v. 14, n. 3, p. 221-230, 2009. Disponível em: <http://portaldeperiodicos.eci.ufmg.br/index.php/pci/article/view/775>. Acesso em: 03 nov. 2010.

http://www.sbu.unicamp.br/seer/ojs/index.php/sbu_rci/article/view/326

[Indicação] Blog BiblioComics: O humor dos cartoons no universo das bibliotecas e dos livros

Vi hoje, via Google Reader, o surgimento de mais um blog “sobre bibliotecas” na rede: o BiblioComics!
Achei o máximo a ideia deste blog: reunir tiras de cartoons e charges sobre bibliotecas e livros.
Faz um tempo que tenho buscado tirinhas sobre o assunto para as nossas singelas comemorações do Dia do Bibliotecário… e como é difícil achar, viu! Agora com esse blog fica tudo mais fácil xD

Link do blog: http://bibliocomics.blogspot.com/