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Arquivo mensal: fevereiro 2013

Em um mundo utópico, as editoras e as bibliotecas seriam parceiras no compartilhamento de metadados.
Haveriam bibliotecários trabalhando nas editoras e editores promovendo seus livros em bibliotecas.
Para começar, todos os livros já seriam catalogados nos sistemas da editora, dispensando a obrigatoriedade da ficha catalográfica.
Esses dados (ou metadados, como queira chamar) seriam disponibilizados para as bibliotecas que comprassem o material da editora, por meio de algum código ou senha. Se o material fosse digital, os metadados já seriam enviados junto com o ebook.
Já na biblioteca, os editores poderiam fazer exposições de suas obras, clubes de leitura, palestras e conversas literárias com seus autores.
Os bibliotecários ficariam mais livres do serviço técnico e poderiam dispor mais de seu tempo para o atendimento ao usuário e a antecipação de suas necessidades.
Neste mundo, os editores poderiam até ter uma pequena livraria dentro da biblioteca. E a biblioteca não iria precisar a toda hora ter que mandar encadernar livros “inencadernáveis”.
Com verba de adiantamento, a biblioteca conseguiria repor alguns exemplares muito usados mas que não pudessem mais ser recuperados.
O problema seria ter exemplares destruídos propositalmente. Mas neste mundo utópico, as pessoas não fariam isso.