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Arquivo mensal: novembro 2010

Capa do livro Mundo sem fim, de Ken Follet

Capa do livro Mundo sem fim, de Ken Follet

Mundo sem fim é um livro escrito por Ken Follet, e tem como cenário a Inglaterra medieval, tendo como cenário a cidade de Kingsbridge. O livro conta a história de quatro personagens principais, que se encontram pela primeira vez quando crianças, ao presenciarem um assassinato, do qual juram que nunca contarão nada a ninguém.

O principal da história é o desenrolar da vida desses quatro personagens: Caris, Merthin, Gwenda e Ralph. É um relato histórico fascinante sobre os costumes da época, o poder da Igreja, o preconceito em relação às mulheres e a peste negra.

Quando eu o comprei, este livro estava em promoção em uma “e-livraria” (não vou citar qual xD) e resolvi comprar. Nunca tinha ouvido falar do autor e tal, mas achei que valia a pena a compra. Na época paguei em torno de uns vinte reais no livro. Nas livrarias o preço estava por volta dos setenta reais. E a compra se provou plenamente satisfatória: primeiro porque paguei barato e segundo porque a história é envolvemente e viciante (não conseguia parar de ler até terminar)!

Foi uma espécie de compra no escuro. Mas, enfim, valeu a pena!

Capa do livro Os homens que não amavam as mulheres, de Stieg Larsson

Capa do livro Os homens que não amavam as mulheres, de Stieg Larsson

Para mim os títulos de livros devem ser chamativos, instigantes, criativos e envolventes. E foi por essa razão que o livro Os homens que não amavam as mulheres, de Stieg Larsson foi comprado por mim.

O livro conta a história da poderosíssima família Vanger e seus terríveis segredos. A jovem Harriet Vanger desapareceu em 1966 da ilha em que toda a família Vanger estava reunida. Desde seu desaparecimento, Henrik Vanger, o patriarca, recebe todos os anos uma flor emoldurada, o mesmo presente que Harriet lhe dava todos os anos em seu aniversário.

Após quase quarenta anos, o velho Henrik resolve contratar alguém para investigar o mistério das flores emolduradas a fim de descobrir o assassino de Harriet, pois Henrik acredita piamente que a jovem foi assassinada. E aí que o Mikael Blomkvist e Lisbeth Salander entram na história, os personagens principais da série Millennium.

Mas não vou contar o resto… muitos spoilers huahuauhauhau

 

Estava esses dias lendo no meu GoogleReader, uma notícia sobre um estudo sobre leitura, realizada pelo site SciencesHumaines.com.

E associada a esse post, havia algumas imagens dos pôsters (ou posteres?) que a ALA (American Library Association) vende em seu ALA Store, como uma peça de decoração para a sua biblioteca. Achei demais!
Na loja da associação americana você pode encontrar os tais pôsters de celebridades com livros, marcadores, entre outros produtos.

O que eu achei bacana nessa ideia: decoração da biblioteca.
As nossas bibliotecas daqui são bem fraquinhas no quesito decoração, estética, apelo atrativo… Por que não começar com alguns pôsters e depois ir planejando um design mais atraente? xD

Poderia ter pôsters de celebridades nacionais, por aqui né? hauhauhauahua

Todos esses produtos, você pode conferir aqui: http://www.alastore.ala.org/

Dr. House

Comecei a assistir Dr. House faz pouco tempo. Nunca achei que fosse me tanto interessar pela série, mas acabei gostando!
Ontem, em especial, passou um episódio que me fez pensar em como um bibliotecário pode atuar dentro de hospitais, e mais um exemplo de que bibliotecário não trabalha apenas na biblioteca.
A-ha!
Bom, o episódio em questão foi o número 19, da primeira temporada: Crianças (ou no original: Kids), em que

“Durante uma epidemia de meningite que se espalha por toda a clínica, House se concentra em um único paciente: uma menina de 12 anos, cujos sintomas não se parecem com os de nenhum outro doente.”

Fonte: http://uc.globo.com/house/Episodios/Kids.shtml

Neste episódio, House manda Chase pesquisar todas as doenças que tenham como sintoma dores no pescoço. Missão impossível! Mas o pobre e incrédulo Chase começa a pesquisa, de A a Z.
E então, descubro que o hospital em que eles trabalham não possui biblioteca, ou bibliotecário que auxilie neste tipo de trabalho. Ou simplesmente o House ignora que exista algum centro de documentação ou biblioteca no hospital.

Mas não apenas isto, em todos os episódios que assisti até agora (e confesso que foram poucos) observei que a equipe médica de House começa a tratar os pacientes e listam todos os sintomas que apresentam e as reações que acontece com a administração dos remédios. A partir das evidências colhidas, a equipe tenta descobrir qual é a terrível doença incomum que o sujeito tem.
E é aí que o bibliotecário poderia auxiliar na busca e recuperação de informações.
Afinal, é isso que o bibliotecário tem que fazer de melhor: encontrar a informação certa para o usuário certo.

Não sei se estou viajando, mas acredito que não. Talvez esteja sendo superficial… mas não entendo muito da área médica hehe
Agora tenho mais um exemplo de local em que o bibliotecário pode atuar, sem contar as tradicionais bibliotecas, centros de documentação e etc.
Aqui na faculdade não temos nada específico para a área médica dentro da Biblioteconomia, infelizmente.
Mas, para quem quiser ler mais sobre o assunto, recomendo os seguintes artigos:

AZEVEDO, Alexander Willian; BERAQUET, Vera Silvia Marão. Formação e competência informacional do bibliotecário médico brasileiro. Revista Digital de Biblioteconomia e Ciência da Informação, Campinas, v. 7, n. 2, p. 199-218, jan./jun. 2010. Disponível em: <http://www.sbu.unicamp.br/seer/ojs/index.php/sbu_rci/article/view/448>. Acesso em: 03 nov. 2010.

SILVA, Fabiano Couto Corrêa da. A atuação do bibliotecário médico e sua interação com os profissionais da saúde para busca e seleção de informação especializada. Revista Digital de Biblioteconomia e Ciência da Informação, Campinas, v. 3, n. 1, p. 131-151, jul./dez. 2005. Disponível em: <http://www.sbu.unicamp.br/seer/ojs/index.php/sbu_rci/article/view/326>. Acesso em: 03 nov. 2010.

CIOL, Renata; BERAQUET, Vera Silvia Marão. Evidência e informação: desafios da Medicina para a próxima década. Perspectivas em Ciência da Informação, Belo Horizonte, v. 14, n. 3, p. 221-230, 2009. Disponível em: <http://portaldeperiodicos.eci.ufmg.br/index.php/pci/article/view/775>. Acesso em: 03 nov. 2010.

http://www.sbu.unicamp.br/seer/ojs/index.php/sbu_rci/article/view/326

Capa do livro Sally e a maldição do Rubi, de Philip Pullman

Capa do livro Sally e a maldição do Rubi, de Philip Pullman

Vamos começar essa nova série no blog com o último livro que li: Sally e a maldição do Rubi, de Philip Pullman.

Um livro cheio de mistérios, crimes e uma maldição!
Com a morte de seu pai, Sally Lockhart se vê envolvida em muitas dificuldades e em uma estranha aventura que envolve um rubi, o ópio e muitas mentiras, e se desenvolve na Inglaterra vitoriana, de 1872.

A história é extremamente envolvemente e não vejo a hora de conseguir comprar os outros volumes da série!

Pena que observei alguns erros no texto: nomes trocados. Em alguns trechos, os nomes dos personagens aparecia trocados. Não sei se é erro da editora, da tradução ou do próprio autor. Mas deveria haver uma nova edição, corrigindo isso.

“E o demônio, minha querida, é o ópio. Para ser sincero, é uma incoerência que esta afirmação venha de alguém que faz negócios no Oriente – todo o comércio na China, como o conhecemos hoje, foi fundado pelo ópio. Mas eu o abomino.

Principalmente porque vi o que ele fez a George Marchbanks, que um dia foi meu amigo mais íntimo. E se estiver lendo esta carta, minha querida, significa que você já sabe quem ele é e a troca que fizemos. Mesmo o Rubi está corrompido, visto que este foi comprado com a riqueza gerada pela extração de papoulas nas plantações de Agrapur. Estes campos hoje estão mais prósperos do que nunca; o mal sobrevive. Quanto a Marchbanks, não o vejo desde aquele dia, mas sei que ainda está vivo e sei que ele lhe contará a verdade se pedir que você vá a seu encontro.”

Trecho do livro “Sally e a maldição do Rubi”, de Philip Pullman