É interessante observar como há livros infantis que não são realmente destinados ao público infantil. São livros que tratam de temas profundos e às vezes polêmicos!

A parte que falta e A parte que falta encontra o grande O, do Shel Silverstein, com certeza é uma obra dessas! Esses livros foram originalmente publicados em 1976 e 1981, e foram lançados pela editora Cosac Naify, em 2013 e 2014.

O livro A parte que falta narra a história de um ser circular, porém incompleto, que está em busca de encontrar a parte que lhe falta e enfim ser feliz. Ele encontra diversas partes que não se encaixam direito, até que, enfim, encontra a sua parte perfeita e passa a desfrutar do mundo na maior rapidez e felicidade. Porém, depois de um tempo ele percebe que talvez ser completo pode não ser algo tão feliz assim.

A história faz a gente refletir sobre os nossos relacionamentos e sobre a busca por encontrar a pessoa que nos transforme num ser integralmente completo. E aí que vem a pergunta fatal: será que isso é realmente ser feliz?

E aí comprei a continuação, A parte que falta encontra o grande O, e fiquei mais tempo ainda refletindo sobre os dois livros!

O livro narra a história da parte que falta, um triângulo que procura se completar em uma forma circular para rodar pelo mundo. E assim como no livro anterior, a jornada é longa e árdua. Até que a pequena peça se encontra com uma forma totalmente circular, inteiriça, sem nada a lhe faltar, um grande O. Então, a pequena peça toma uma decisão para a sua vida.

E é isso que os dois livros me fizeram: refletir e tomar decisões. Buscar a parte que me falta, ou ser um grande O?

É bem interessante perceber o quanto um livro tão simples pode fazer a gente refletir tanto, né?

(Publicado originalmente no Tumblr)

Depois de enrolar uns dois meses no Italo Calvino, dei uma pausa e troquei de categoria. Resolvi sair da ordem agora. Parar com essa mania de seguir listas ao pé da letra.
Escolhi ler O vendedor de passados, do José Eduardo Agualusa, na categoria Romance africano.
Nunca tinha lido nada de literatura africana. Aí vi que estreou este ano uma adaptação livre com o Lázaro Ramos e a Alinne Moraes, então resolvi pegar pra ler.
(Por ser uma adaptação livre não tem nem como comparar).

IMG_20150618_002413 O livro começa contando a história de Félix Ventura, oficialmente um genealogista, mas que na verdade é um homem que cria e vende passados falsos. Seus clientes são parte da emergente burguesia angolana que possui um presente e futuro próspero e estável, mas que gostariam de ter também um passado glorioso e ilustre.
A vida segue, até aparecer em sua casa um estrangeiro que pede não apenas um passado importante, mas também um nome, uma identidade, um presente novo. O misterioso homem não lhe fornece pista nenhuma de quem é, deixando uma quantia considerável de dinheiro para que o trabalho seja feito.
Félix Ventura entra num dilema, mas acaba criando uma identidade nova para esse homem, dando-lhe o nome de José Buchmann.
É a partir daí que a história se desenrola, sobre o presente e o misterioso passado de José Buchmann e o entrelaçamento de outras personagens.
O narrador também é uma das personagens mais interessantes da história. Narra tudo em primeira pessoa, como um ser onisciente, mas que aparentemente está participando da cena, sem que as outras personagens o percebam.
[Spoiler – selecione o seguinte parágrafo, pois a letra está em cor branca :) ]
Demorei pra entender quem era o narrador, mesmo que ele tenha contado logo no começo do livro. Claro que essa capa é sensacional! E quando entendi o lance do narrador, parei e pensei: “Nossa, a capa já disse tudo!!”. Mas o que mais me intrigou foram os sonhos que ele tinha em sua forma humana, e não cheguei a descobrir se ele sempre foi uma osga ou se de repente, num lance meio kafkiano, ele era um homem que virou uma lagartixa africana. Talvez seja tudo uma criação do próprio Félix Ventura.

A leitura é fluída, leve e divertida. Li em cerca de 5 horas.

“A felicidade é quase sempre uma irresponsabilidade. Somos felizes durante os breves instantes em que fechamos os olhos.”
José Eduardo Agualusa, em O vendedor de passados

antes de existir computador existia tevê
antes de existir tevê existia luz elétrica
antes de existir luz elétrica existia bicicleta
antes de existir bicicleta existia enciclopédia
antes de existir enciclopédia existia alfabeto
antes de existir alfabeto existia a voz
antes de existir a voz existia o silêncio
(Arnaldo Antunes. O silêncio)

Cheguei à quarta categoria do Desafio Livrada: um livro escrito antes do século 20.
Pensei em vários autores ingleses, franceses, brasileiros, portugueses. Recorri ao Cleomar (leitor de grandes clássicos brasileiros) e pesquisamos no catálogo da biblioteca alguns clássicos universais. E no fim das contas, escolhi um russo.
Na verdade, eu queria ler Ana Karênina, mas a nossa edição está muito velha, caindo aos pedaços, com aquela capa preta de percalux. Então, olhei para os lados e encontrei A Sonata a Kreutzer. Livro novinho, bonitinho, fininho e publicado pela Editora 34.
Li a contracapa e as orelhas e achei que seria uma boa leitura.

IMG_20150415_170318812A história começa com um grande debate num vagão de trem, onde os personagens discorrem sobre a questão dos casamentos arranjados, dos casamentos por amor e dos divórcios. No meio de toda a discussão, um senhor (que não estava participando da conversa) interrompe e questiona aos demais que amor é este que santifica o matrimônio e por quanto tempo ele dura. Visivelmente perturbado, o homem continua a conversa, questionando, importunando, até revelar ser Pózdnichev, aquele que matou sua esposa por ciúme.
Os outros participantes do debate ficam constrangidos e a conversa se finda. Mas o nosso narrador é o seu companheiro de banco, e sendo uma pessoa muito educada e agradável (imaginei-o assim) acaba concordando em ouvir toda a história do pobre Pózdnichev, de como ele era, como conheceu e casou com sua esposa e o que o fez matá-la.
Resumindo, a história é essa.
Mas o que torna essa obra interessante é toda a discussão acerca dos valores da sociedade, do amor, do casamento, do sexo, da infidelidade, das traições.
Essa obra é misógina? Muito! Meu lado feminista dormente palpitou aqui! Mas enfim, outras eras…

É russo, mas não é difícil! Até porque você vai lendo e quer entender logo o que aconteceu para que as coisas ficassem tão ruins assim.
Melhor não casar, gente! Hahuahuahauhauhau

Segue um dos trechos que eu achei mais interessante:

– O senhor pergunta: como há de continuar a espécie humana? – disse ele, tornando a sentar-se em frente de mim, abrindo muito as pernas e apoiando-se nelas com os cotovelos. – Mas para que deve continuar a espécie humana?

– Como assim? De outro modo, nem existiríamos.

– E para quê temos de existir?

– Como: para quê? A fim de viver.

tolstoi– E para quê viver? Se não existe nenhum objetivo, se a vida nos foi dada simplesmente para ser vivida, não há motivo para viver. E se assim é, os Schopenhauer, os Hartmann e todos os budistas têm absoluta razão. Bem, mas se existe um objetivo na vida, torna-se evidente que a vida deve cessar desde que se atinja o objetivo. E é isto mesmo que se dá – disse ele com evidente perturbação, atribuindo provavelmente grande importância ao seu pensamento. – É isto mesmo que se dá. Observe o seguinte: se o objetivo da humanidade é o bem, a bondade, o amor, como se pretende; se o objetivo da humanidade é o que foi expresso nas profecias, que todos os homens hão de se unir pelo amor, que as lanças serão fundidas e transformadas em foices, e assim por diante, o que é que estorva o caminho para este objetivo? As paixões. A paixão mais forte e pior, a mais insistente, é o amor sexual, carnal, e por isso , se forem destruídas as paixões, inclusive a derradeira, a mais forte, o amor carnal, a profecia há de se cumprir, os homens hão de se unir, estará atingido o objetivo da humanidade, e esta não terá motivo para viver. Mas, enquanto a humanidade vive, tem diante de si o ideal, e naturalmente não é um ideal de coelhos ou de porcos, no sentido de se multiplicar o mais possível, nem de macacos ou de parisienses, no sentido de aproveitar o mais refinadamente os prazeres da paixão sexual, mas um ideal de bondade, alcançável pela abstenção e pela pureza. Os homens sempre tenderam e tendem para ele. E veja o que acontece.

Acontece que o amor carnal é uma válvula de segurança. Se a atual geração humana ainda não atingiu o objetivo, foi unicamente porque ela tem paixões, a mais forte das quais é a sexual. Mas existindo a paixão sexual, existe a nova geração, de modo que é possível alcançar o objetivo na geração seguinte. Esta não o alcança, surge mais uma, e assim será até que se atinja o objetivo, a profecia se realize e os homens se unam. Senão, o que seria? Admitamos que Deus criou os homens para atingir determinado objetivo, e que os criou mortais e desprovidos de paixão sexual, ou criou-os eternos. Se eles fossem mortais, mas desprovidos de paixão sexual, o que aconteceria? Eles teriam vivido sua existência e morrido sem atingir o objetivo; e para se atingir o objetivo, Deus precisaria criar mais gente. Mas se eles fossem eternos, admitamos (embora seja mais difícil aos mesmos homens, e não às novas gerações, corrigir os erros e aproximar-se da perfeição), eles atingiriam o objetivo depois de muitos milhares de anos, mas, neste caso, para quê seriam necessários? Onde metê-los? Assim como sucede agora, é o melhor de tudo…

Nem lembrava que o Yuri tinha feito resenha deste livro já.
Estava dando uma pesquisada no oráculo e encontrei o post dele.
Resolvi fazer uma singela homenagem hahahahaha

yuri

Confesso que ficção científica nunca foi um dos meus gêneros literários favoritos.
Não que eu tenha tentado ler vários livros, mas a temática em si nunca me atraiu.
Tentei seguir na linha de “livros que tenham na biblioteca” e peguei Neuromancer, do William Gibson.
Comecei o primeiro capítulo, e não entendi muita coisa. Tentei reler o capítulo de novo, mas já estava achando chato e cansativo.
Aí como a leitura não fluía, resolvi procurar algo nos livros que tenho no Kobo, e me deparei com Eu, robô, do Isaac Asimov.
Eu já tinha assistido o filme e tinha gostado bastante, mesmo sem lembrar nada da história.

asimovEntão, para minha surpresa o filme é apenas uma adaptação livre do livro.
Sim!! Nada de Will Smith aqui huahauha
Mas eu não lembro nada do filme, então pra mim deu quase na mesma.
O livro é na realidade uma coletânea de nove contos que foram publicados originalmente entre os anos 1940 e 1950 nas revistas americanas: Super Science Stories e Astounding Science Fiction. Durante a década de 1950, foram revistos e compilados para serem publicados como um livro.
Os nove contos contam a história da robótica na Terra através das memórias da Dra. Susan Calvin, a robopsicóloga-chefe da U.S. Robots and Mechanical Men Inc., que está sendo entrevistada para um jornal.
É neste livro também que aparece pela primeira vez as três leis da robótica:

  • 1ª Lei: Um robô não pode ferir um ser humano ou, por inação, permitir que um ser humano sofra algum mal.
  • 2ª Lei: Um robô deve obedecer as ordens que lhe sejam dadas por seres humanos exceto nos casos em que tais ordens entrem em conflito com a Primeira Lei.
  • 3ª Lei: Um robô deve proteger sua própria existência desde que tal proteção não entre em conflito com a Primeira ou Segunda Leis.

Os contos estão dispostos em ordem cronológica, sendo eles:

  • Robbie
  • Brincando de Pique
  • Razão
  • Pegue aquele coelho!
  • Mentiroso!
  • Pequeno Robô perdido
  • Fuga!
  • Prova
  • O Conflito Evitável

O primeiro conto, Robbie, se passa no início da era robótica, quando os robôs ainda são mudos e só fazem pequenas tarefas, como cuidar de crianças, e vão se desenvolvendo até o último conto, em que o planeta Terra é governado e administrado a partir da previsão de 4 grandes robôs, conhecidos como as Máquinas, e que ditam o funcionamento da produção, consumo e emprego da mão-de-obra.

eu-robc3b4-ediouroMeu conto favorito é Mentiroso! (Liar!, no original), que conta a história de Herbie (robô modelo RB-34), um robô que devido a uma falha em sua produção acaba desenvolvendo habilidades telepáticas. Enquanto os três maiores especialistas em robôs da U.S. Robots and Mechanical Men Inc. tentam descobrir o que houve de errado na produção e o que gerou essa anormalidade robótica, Herbie conta a cada uma delas o que os outros estão pensando, gerando confusões e desentendimentos. O mais interessante é ver como funciona a lógica das leis robóticas estabelecidas por Asimov, e como tudo se resolve a base de pensamento lógico.

Não vou me alongar mais que isso.
Mas é um ótimo livro!!!
Recomendo que leiam, mesmo não gostando de ficção científica hehe

E vamos pra próxima categoria: 4 – um livro escrito antes do século 20 :D

Num primeiro momento eu havia escolhido o segundo livro da trilogia do Mundo da tinta, Sangue de tinta, da Cornelia Funke para ler na categoria literatura infanto-juvenil do Desafio Livrada 2015.
Mas pensei melhor e resolvi trocar. Infelizmente a biblioteca onde trabalho não possui a obra (mas já coloquei na lista de sugestões de compra) e acabei comprando-o na minha última viagem para São Paulo.

Trata-se do livro As bruxas, de Roald Dahl.
Que livrinho gostoso de ler!
Meu primeiro contato com essa obra foi através do filme A convenção das bruxas (1990), dirigido por Nicolas Roeg.
Era um filme que passava direto na Sessão da tarde e me deixou bem impressionada na época que eu assisti.
Eu era bem criança, então não sei dizer se o filme é realmente bom. Mas ficava apavorada com a aparência das bruxas e imaginando se eu me transformaria num rato também se eu comesse aquelas barras de chocolate que pareciam tijolinhos.
Até então, eu nem fazia idéia de que esse filme era baseado num livro.

Aí relembrei partes da histórias e conheci outras quando fiz o curso de inglês do Kumon, num dos bloquinhos dos estágios mais pro final (G, I? Não lembro).
O bloquinho em questão traz o capítulo 2 do texto original, e você conhece a história de 5 crianças que foram vítimas das terríveis bruxas de verdade.
Aliás, a julgar pelo inglês do capítulo 2, me parece um livro bem fácil para ler no idioma original se você tem um inglês intermediário.

Mas vamos contar um pouco da história :D
O livro é narrado em primeira pessoa por um garotinho sem nome. Logo no início ele disserta sobre como as bruxas são parecidas com mulheres comuns com a única diferença que odeiam crianças com um ódio profundo e mortal, e como é praticamente impossível descobrir uma bruxa de verdade.
Então o narrador nos conta que antes dos 8 anos de idade ele teve 2 encontros com bruxas. Da primeira vez ele saiu ileso. Mas da segunda vez ele acabou sendo pego.
A maior professora sobre bruxas que ele teve foi a sua avó materna. Ela lhe ensinou que as bruxas tem várias peculiaridades físicas e que juntando todos esses detalhes você consegue descobrir se a mulher é uma bruxa ou não.
A história toda do livro conta como o menino foi pego pelas bruxas e armou um plano contra elas junto com sua avó.
Mas meu capítulo favorito é o segundo, quando a avó conta como as 5 crianças foram vítimas das bruxas.
A primeira delas foi Ranghild Hansen, que foi levada pela mão por uma mulher de luvas brancas e nunca mais foram vistas.
A segunda criança foi Solveg Christiansen que depois do dia que comeu uma maçã dada por uma senhora bondosa sumiu da sua casa e foi reaparecer dentro de uma pintura que ficava na sala de estar. Ela estava lá como uma pintura. Mas cada dia estava num local diferente do quadro e conforme os anos foram passando, Solveg também foi envelhecendo até sumir completamente (ou morrer?).
A terceira foi a menina Birgit Svenson, que um dia percebeu que estavam nascendo penas no seu corpo e depois de um mês tinha virado uma imensa galinha branca.
O quarto era um menino chamado Harald e que foi transformado em pedra.
A última criança foi um menino chamado Leif que foi transformado num golfinho.
Enfim, bruxas muito criativas hahahaha

Eu esperava um pouco mais do final. Não sei explicar o que, mas acho q estava com uma expectativa muito alta hehehe

Recomendo a leitura! Um livro bem rapidinho :)

Li em cerca de 3 horas.
2 livros de 15. Só faltam 13 agora hahahaha

Roald Dahl tem vários outros livros infanto-juvenis que também viraram filmes. Aí dá pra ler os livros e enquadrar em duas categorias hauhauhau
Talvez eu use esse cheat quando estiver com as metas todas no limite hahahah
Outros livros do autor que também viraram filmes: Matilda, O fantástico sr. Raposo, A fantástica fábrica de chocolate, James e o pêssego gigante.

Eu sempre começo bem os desafios literários.
Li meu primeiro livro em 5 horas. Espero conseguir manter um bom ritmo.
Pra começar eu escolhi a primeira categoria: literatura policial.
Por que começar por aí? Porque é a primeira categoria, claro huahauhua
Mas também porque é um dos meus gêneros literários favoritos.
Confesso que não sou uma leitora super cult e tal. Também não li muitos autores de ficção policial, mas ainda assim posso dizer que gosto muito.

E o livro escolhido para começar essa jornada literária foi: Céu de origamis, do Luiz Alfredo Garcia-Roza.
Garcia-Roza começou a escrever literatura aos 60 anos de idade. Antes de ser escritor, ele atuava como professor universitário na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e foi autor de vários livros sobre psicanálise e filosofia. Atualmente pode ser considerado um dos maiores autores brasileiros de ficção policial.

(Uma curiosidade: até 2011 a biblioteca em que eu trabalho só possuía seus livros de psicanálise. Depois que eu comecei a trabalhar consegui que comprasse 2 livros de ficção: Céu de origamis e Fantasma)

imageMas vamos falar um pouco do livro.
A história toda começa com descrição da rotina matutina de um casal.
Marcos, um homem metódico que faz sempre as mesmas coisas todos os dias ao acordar, de forma cuidadosa, meticulosa e quase que ritualística. Todos os movimentos iguais e calculados para não atrapalhar o sono de sua esposa.
Adriana, por sua vez, finge dormir e repassa mentalmente todos os passos feitos pelo marido. Relembrando cada detalhe, cada passo.
Um homem extremamente sistemático.
Porém, a rotina desse casal é quebrada pelo súbito desaparecimento de Marcos.
Um sumiço sem pistas, sem motivos aparentes, sem lógica alguma.
Assim, Adriana busca a ajuda do delegado Espinosa para descobrir o paradeiro do marido, e o nosso querido delegado acabará por se enrolar numa trama complexa e cheia de armadilhas até encontrar o céu de origamis.

Gostaria de contar muito, mas muito mais sobre a obra. Mas as pessoas não costumam gostar de spoilers, e eu não sei contar as coisas sem revelar partes importantes e interessantes.

Mas vamos combinar que o Espinosa tem uma queda gigante por mulheres lindas e atraentes, e isso sempre vai resultar em algo ruim.
Sério.
É extremamente óbvio que a moça linda vai estar implicada em alguma coisa.
Mas enfim, ele tem o seu charme.

Gostei muito do livro!
Recomendo fortemente a leitura!


 

O próximo livro eu juro que começo na semana que vem! Hahahahaha

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